Um guia prático sobre paletas de cores e como elas funcionam

“O que seria do azul se não existisse o verde?” cada pessoa tem uma combinação ideal de cores e respeitá-la é um processo libertador!

Imagem: canseidosalto.com

Você provavelmente já deve ter percebido que uma roupa de determinada cor não lhe cai bem e que há, de certo modo, um “padrão” de cores no seu armário. Mas por que isso acontece?

Essa nossa seleção quase que inconsciente na hora de escolher as roupas pelas cores parte de um estudo de colorimetria, feito por profissionais em consultoria de imagem. A colorimetria, basicamente, vai mostrar quais cores mais harmonizam com a sua beleza natural – e, nesse sentido, ainda não estamos falando de estilo – e, a partir dessa análise, é possível descobrir qual é a sua paleta de cores!

A precisão é tanta que qualquer análise de cores só pode ser feita presencialmente e em dias com o tempo firme (nunca em dias nublados), uma vez que só é possível ter um diagnóstico certeiro a olho nu e sem interferência das luzes artificiais. O processo de análise coloca o rosto da pessoa em protagonismo: é nele que serão comparados os efeitos das cores na pele.

Há diferentes tipos de análise de cores que podem ser feitos, no entanto, estes três são os mais utilizados e reconhecidos no meio: o método tonal, o método sazonal e o sazonal expandido. Embora cada um deles tenha denominações diferentes no diagnóstico, todos trazem um grupo específico de cores que realçam a beleza natural e dividem a temperatura da pele em três tipos: quente, fria ou neutra.

Como saber o que harmoniza?

Para entender como se chega na conclusão do que harmoniza ou não, é preciso observar detalhadamente cada traço do rosto. Um dos aspectos analisados é a temperatura da pele. Se, por exemplo, uma pessoa possui a pele de aspecto quente, os tons de azul podem refletir de maneira negativa na aparência do rosto – as reações mais comuns são o realce de olheiras e manchinhas. O contrário acontece se aproximarmos tecidos de cores quentes nessa mesma pele: as manchinhas e as olheiras são atenuadas, os traços do rosto tornam-se mais afinados e marcantes, a cor dos olhos e da boca passam a ter mais contraste! Incrível, não é?

Os outros aspectos que completam uma análise de cores têm o mesmo peso nessa harmonização. Eles identificam se sua paleta terá cores com mais ou menos pigmentação (se serão mais vívidas ou suaves) e se serão cores intensas ou mais próximas aos tons pastel; sempre seguindo a linha de raciocínio do aspecto da temperatura: o objetivo é sempre encontrar a seleção de cores que mais harmoniza com você.

Imagem: Ideias debaixo do telhado

Um processo rumo ao autoconhecimento

Tão importante quanto a tradicional estratégia de linhas verticais para alongar a silhueta, ou então o uso de texturas para dar volume à determinada área do corpo, a seleção de cores das roupas comunica e transmite mensagens.

E para que saber disso tudo? A paleta de cores têm influência direta no processo de autoconhecimento. A partir do momento em que você entende que tal cor não te valoriza, já pode se permitir a não se identificar com todas as tendências que surgem no universo da moda (ufa!) – agora, você escolhe qual tendência quer seguir!

Ter uma paleta de cores também vai te economizar tempo e dinheiro na hora de comprar roupas, já que você vai ficar muito mais seletiva na hora de escolher. Além disso, e, particularmente, a parte mais emocionante de todas, é descobrir que você combina com cores que nunca se imaginou usando antes! Tudo isso reflete na sua autoestima e, consequentemente, no seu comportamento.

Que tal dar uma olhada no seu guarda-roupa e tentar achar um padrão de cores? Esse simples balanço já pode trazer esclarecimentos muito importantes sobre si mesma e que, talvez, você não tinha imaginado até agora! Lembre-se de que sua roupa também comunica o tempo todo.

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